Carne Nunca Mais
Pé-na-porta contra os robozinhos do sistema

ago
22

Músico vegano toca piano em frente a açougues no Mercado Público de Porto Alegre

nov
14

RS: Carne e queijo impróprios para consumo são apreendidos mas retornam a frigorífico de Cotiporã

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Na sexta-feira passada, dia 7, com início às 8h e término às 17h30min, a Delegacia de Polícia de Cotiporã, sob coordenação do delegado Paulo Roberto Rosa da Silva, realizou cumprimento de mandado de busca e apreensão em uma propriedade rural. Foram apreendidos setenta e dois quilos de queijo impróprio para o consumo, acondicionados no porão da residência, e mais de catorze toneladas de produtos de origem animal bovina e suína em um entreposto clandestino. Os responsáveis foram identificados e autuados pela Inspetoria Veterinária, tendo sido instaurado inquérito policial. Eles vão responer por crime contra a saúde pública. Os produtos foram inutilizados e levados para estabelecimento credenciado e habilitado para sua destruição, em outra cidade. Na operação, participaram agentes da DP de Cotiporã, do Batalhão Ambiental de Bento Gonçalves, e três veterinários da Inspetoria Veterinária, Coordenadoria de Caxias do Sul.

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No sábado, 8, a Inspetoria Veterinária recebeu denúncia de que a carga apreendida na operação do dia anterior havia retornado para Cotiporã, tendo dado entrada em um frigorífico da cidade. Após vistoria, foi flagrado o descarregamento da carga. Dois homens, de 28 e 25 anos, foram presos em flagrante. Autuados, foram postos em liberdade após pagamento de fiança. O auto de prisão em flagrante foi presidido pelo delegado Paulo Roberto Rosa da Silva.

Fonte: Jornal Panorama Regional

set
01

Empresa dona da Sadia e Perdigão é condenada por trabalho escravo

Jornadas excessivas e contaminação da água estão entre as irregularidades analisadas pela Justiça

Por Redação

A BRF – dona de marcas como Sadia, Perdigão, Batavo e Elegê – foi condenada a pagar indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 1 milhão por manter trabalhadores em condições análogas às de escravos em uma fazenda no município de Iporã, no noroeste do Paraná. A decisão foi proferida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (TRT-9) em julho e divulgada nesta semana pelo Ministério Público do Trabalho (MTP).

A fiscalização teve início em 2012, quando o MTP constatou graves irregularidades trabalhistas nas atividades de reflorestamento realizadas em uma fazenda arrendada pela empresa. De acordo com informações do órgão, os problemas encontrados iam desde jornadas excessivas e condições precárias dos alojamentos até a contaminação da água fornecida aos empregados para consumo.

No processo, a BRF alegou que as atividades eram feitas por uma firma terceirizada, o que a isentaria de qualquer responsabilidade. Porém, a Justiça entendeu que a empresa deveria ser condenada porque também é responsável pela garantia de um ambiente de trabalho saudável. Além do pagamento de indenização, ainda deverá cumprir obrigações, garantindo a higiene, saúde e segurança dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, prestem serviços a ela.

Em nota, a BRF afirma que “não tolera qualquer tipo de tratamento inadequado, antiético ou que contrarie as leis vigentes para relações trabalhistas”. Além disso, a empresa informou que já recorreu da decisão. Se confirmada, a indenização será destinada à compra de veículos e equipamentos para o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) utilizar em fiscalizações na zona rural.

Fonte: http://www.revistaforum.com.br/blog/2014/08/empresa-dona-da-sadia-e-perdigao-e-condenada-por-trabalho-escravo/

ago
29

O que a propaganda da pecuária não mostra para você

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fev
21

O inferno é aqui: festival no RS vai ter 24h de churrasco durante 8 dias

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Oito dias de churrasco marcam encontro em Nova Bréscia, no Vale do Taquari

O churrasco mais longo do mundo só poderia acontecer no Rio Grande do Sul. É por isso que Nova Bréscia, no Vale do Taquari, sedia o 1º Encontro de Churrasqueiros, que durante oito dias servirá gratuitamente churrasco na Praça da Matriz. O encontro começou neste domingo e segue até a semana que vem, onde os moradores da cidade e convidados poderão desfrutar a carne a qualquer hora do dia.

O evento, que é uma parceria entre a prefeitura e a Associação Comercial e Industrial de Nova Bréscia (Aci-NB), tem o objetivo de reunir os churrasqueiros da cidade que estão espalhados pelo Brasil. A ideia surgiu de um encontro com o Guri de Uruguaiana em 2013, que visitou o município para conferir a história do churrasco na cidade.

De acordo com o secretário de administração, Juarez Giovanaz, o motivo dos sete dias de carne foi pela disponibilidade dos churrasqueiros visitarem a sua terra natal:

– Nova Bréscia é conhecida como a maior exportadora de churrasqueiros do Brasil. Dessa forma, eles podem escolher o melhor dia para visitarem a cidade, já que muitos moram em outros Estados.

Mas as 24 horas assando também tem outro motivo: o município se inscreveu no Guinness Book, livro dos recordes, pelo churrasco mais longo do mundo.

– Fizemos o cadastro e estamos mandando informações. Não se tem registro de um churrasco que tenha durado tanto tempo – explica Giovanaz.

Cerca de cinco toneladas de carne foram disponibilizadas para o encontro. O secretário explica que um ex-morador da cidade, que hoje é dono de churrascarias em São Paulo, fez a doação.

Shows também fazem parte da semana, que recebe talentos regionais e bandas tradicionalistas. De acordo com o presidente da Aci-NB, Mauro Zambiasi, a ideia é repetir o evento nos próximos anos, que em seu primeiro dia registrou o público de três mil pessoas. Até o próximo domingo, a estimativa é que 20 mil pessoas tenham passado pela Praça da Matriz para apreciar o churrasco.

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/noticia/2014/02/oito-dias-de-churrasco-marcam-encontro-em-nova-brescia-no-vale-do-taquari-4422170.html

ago
11

Todo o Rio Grande vibra!

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mar
05

Colecionadores acham que ‘ajudam’ os animais… com sua doença

Matéria publicada no jornal Correio do Povo no dia 1º de março de 2013:

CORREIO PRIMEIRO MARCO 2013

jan
23

Tipo Darwinismo

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out
22

Veganismo para o povo: Vanguarda Abolicionista teve stand na Feira SANS 2012, em Porto Alegre

Fotos: Marcio de Almeida Bueno
vanguarda abolicionista
Fluxo de pessoas na banca da Vanguarda foi intenso durante todo o dia

Das 9h às 17h deste domingo, 21 de outubro, a Vanguarda Abolicionista esteve com stand próprio na SANS 2012, Feira de Segurança Alimentar promovida pelo Comitê Gaúcho de Ação da Cidadania, com participação de diversas entidades, junto ao Arco da Redenção. Pelo quarto ano consecutivo, a Vanguarda Abolicionista se fez presente ao evento para divulgar o veganismo e esclarecer dúvidas da população. Centenas de pessoas passaram pela banca, conversando com os ativistas e levando para casa material impresso informativo. A data serviu também para lançamento da primeira edição do fanzine Vanguarda Aboliicionista, distribuído gratuitamente aos participantes da SANS, sendo que a tiragem inicial esgotou em poucas horas. Também houve venda de livros e camisetas oficiais do grupo.

vanguarda abolicionista
Até mesmo um gaúcho tradicionalista recebeu explicações sobre anti-especismo e libertação animal

Uma ativista da França, também fotógrafa do PETA, esteve no stand para trocar contatos e tratar de projetos internacionais de interesse para a causa animal. A nutricionista da Vanguarda Abolicionista deu orientações a pessoas de todas as faixas etárias, e pôde mostrar a imporância das plantas nativas brasileiras. O grupo ainda doou dois banners para serem instalados em um prédio próximo, onde reside uma protetora amiga. A ação se encerrou com um jantar vegano de confraternização. Uma galeria completa do evento está no Facebook e um pequeno vídeo está no YouTube.

vanguarda abolicionista
Fotógrafa do PETA francês foi recepcionada no stand

SANS 2012
Vista geral do evento, que movimentou a Redenção

Fonte: Vanguarda Abolicionista

out
22

Nem amor, nem gostar

por Juliano Zabka

Quando o outro não tem um “rosto”, como sentir algo de destacada importância?

Nesse caso, defino o “rosto” como alguém de proximidade tal a ponto de mobilizar nossos mais fortes sentimentos nas diversas ocasiões da vida. O pai e a mãe ou a pessoa que amou e cuidou, o irmão ou irmã, o parceiro e a parceira, o amigo, entre tantos outros, nos casos das relações agradáveis e chamadas de saudáveis.

“Rosto” em uma definição arbitrária para o momento. Impossível não ser, além de estar, de certo modo, me apropriando do termo que serviu a Emmanuel Levinas – o que não significa que saiba algo sobre ele ou aplique aqui o mesmo sentido.

Essa parece ser uma das nossas “pobrezas mais miseráveis”. O outro ter de ter rosto. O imperativo de o outro ter um rosto para que o conjunto de minhas decisões, sejam elas ações ou omissões, passe a considerá-lo nas conseqüências dessas decisões.

Desde que o outro sem rosto não faça parte dos “meus”, dos meus rostos, caso lhe acontecesse algo de mortal, por exemplo, não poderia esperar de mim sentimento avassalador. Na hipótese, e em geral, ainda que abalado, poderia esperar algo raso e muito passageiro. Experimentamos isso diariamente através dos noticiários que trazem ao nosso conhecimento várias das situações que nomeamos de desgraças. Se o que escrevo fosse algo muito longe das nossas vivências, não suportaríamos tamanho sofrimento ininterrupto. E acredito que isso não configura frieza nem qualquer outro atributo com intenção pejorativa.

Contudo, seria difícil de concordar, aceitar e dar suporte a qualquer ação que resultasse num absurdo para a integridade do outro sem rosto. O outro não precisa ter um rosto, não necessita ser um próximo para que eu me oponha, que eu desaprove e não contribua nem aceite que lhe coloquem em situação indigna. Não preciso ter sentimento algum por ele para defender e lutar de alguma maneira para que não lhe recolham de sua dignidade e autonomia mais cara. A não ser por um sadismo doentio, defenderia o contrário. E se assim fosse, não poderia protestar quando aplicassem em mim e aos meus próximos aquilo que aprovo que seja aplicado aos outros – aos outros sem rosto.

Os produtos oriundos de animais inevitavelmente carregam um simbolismo e realidade repulsiva em sua “gênese”, pois são provenientes de uma das indústrias mais perversas e abomináveis em nível planetário. Quem duvida, basta querer ver. Mas, em geral, “nossas barrigas não tem olhos nem ouvidos”. Talvez teriam se os animais submetidos fossem aqueles com rosto, os próximos como os que fazem parte de algumas famílias: os cães, gatos, cavalos entre outros. Repito aqui o que chamo de nossa pobreza mais miserável: o outro ter de ter um rosto – ser próximo – para receber alguma consideração. Os que estão fora desse círculo de considerações ficam entregues àquilo que poderíamos chamar de nosso pior pesadelo.

É através da aquisição e consumo desses que ousamos chamar de “produtos” que aprovamos e financiamos essa “maquinaria de transformação de coisa viva em coisa morta”. É dessa forma um tanto banal e corriqueira que nos tornamos cúmplices e coniventes com a incessante e permanente exploração de nossos semelhantes que tiveram o azar de ser como são, apesar de sua biologia, sensações e emoções terem um rosto tão familiar.

Fonte: ANDA

out
08

#Ficaadica

salame

out
08

‘Só dieta à base de vegetais reverte doenças cardíacas’, afirma médico

por DÉBORA MISMETTI, EDITORA-ASSISTENTE DE SAÚDE

Diga adeus a bifes, peixes, arroz branco e açúcar. Farinha e grãos, só integrais. Azeite de oliva, nem pensar. Para o cirurgião americano Caldwell Esselstyn, 77, uma alimentação baseada em folhas, frutas, legumes e grãos integrais é o único jeito de evitar, deter e reverter doenças cardiovasculares.

Seu método, que vem sendo aperfeiçoado nos últimos 30 anos, é o tema do documentário “Forks over Knives” (trocadilho que quer dizer tanto “garfos sobre facas” quanto “garfos no lugar de bisturis”), lançado nos EUA e ainda inédito no Brasil.

O filme conta a história de pacientes de Esselstyn, médico da Cleveland Clinic. Eles venceram problemas cardíacos e evitaram cirurgias ao adotar a dieta.

Para o cirurgião, que falou à Folha por telefone, a dieta extrema não é a que ele propõe, e sim a adotada pela maioria dos ocidentais. “Ela garante que milhões de pessoas serão submetidas a cirurgias de peito aberto. Vamos comer vegetais. É para isso que fomos criados.”

*

Folha – O sr. diz que os problemas cardíacos se devem à alimentação. Não há outros fatores de risco envolvidos, como genética?
Caldwell Esselstyn – Se você come a dieta típica ocidental, cheia de carne, óleo e laticínios, você vai ver que, entre mil pessoas, algumas terão infarto aos 40, outras aos 50, outras aos 60, 70 ou 80. Você pode dizer que, geneticamente, quem tem o infarto só aos 80 é mais forte para resistir a essa dieta extrema. Por outro lado, se todo mundo comer uma dieta baseada em vegetais, todos são poupados.

Controlar os níveis de colesterol não é suficiente?
Ao pensar só em números, prestamos atenção à coisa errada. As pessoas tomam remédios para o colesterol mas ainda querem comer frango frito. O que funciona é o que entra pela sua boca.

Toda vez que você come azeite, óleo, leite, manteiga, queijo, sorvete, iogurte e carne, você machuca o delicado revestimento das artérias, o endotélio. Ele é um tapete mágico que produz uma molécula incrível chamada óxido nítrico, que é vasodilatadora e protege a parede dos vasos sanguíneos.

Autópsias de soldados que morreram na Guerra da Coreia e no Vietnã, dos anos 50 a 70, revelaram que 80% dos jovens de 20 anos já tinham problemas coronários visíveis. As obstruções não eram suficientes para causar um infarto, mas estavam lá. Hoje, todos os jovens têm isso.

Sua dieta exclui o azeite de oliva, base da dieta mediterrânea. Ela está toda errada?
Está errada em recomendar azeite. Em Creta, há 60 anos, as pessoas eram magras, comiam muitos legumes e frutas e um pouco de azeite. As desvantagens do azeite eram compensadas pela quantidade de vegetais.
Quando você estuda o efeito do azeite com um teste de ultrassom da artéria braquial (no braço), que mede os danos ao endotélio, vemos que o óleo machuca os vasos.

Você chama as cirurgias e angioplastias de soluções mecânicas para um problema biológico. Esses procedimentos não adiantam nada?
Eles não chegam a ser soluções. A medicina tem evoluído no sentido de criar uma lista cara de remédios e de procedimentos perigosos, como a colocação de stents [“molas” inseridas em vasos obstruídos] e pontes de safena. Com o tempo, é preciso colocar outro stent, fazer outra ponte, tomar mais remédios, e, no fim, a pessoa morre do coração assim mesmo.

Os médicos, não sei o porquê, passaram a acreditar que as pessoas não são capazes de mudar seu estilo de vida. Mas o problema é que eles não sabem como transmitir essa mensagem.

Quando trato alguém com doença cardíaca, fazemos um curso de cinco horas. O paciente vai entender o que causou a doença e o que ele deve fazer para revertê-la. No fim, oferecemos uma refeição à base de vegetais e uma apresentação de 1h15 sobre como comprar e preparar alimentos, ler rótulos e lidar com restaurantes e viagens.
A revolução da saúde nunca vai acontecer por causa da descoberta de um remédio. Nunca vai ser por causa de um novo procedimento cirúrgico. A revolução vai acontecer quando as pessoas estiverem informadas do ponto de vista nutricional, para evitar as comidas que vão fazê-las perecer por uma doença.

Qual percentual dos seus pacientes tem melhora?
Quase todos. Quando começamos o programa, e as pessoas ainda não sabiam se ia funcionar, 70% se recuperavam. Agora estamos em 90%. O que torna esse tratamento tão poderoso é que posso mostrar raios-X de artérias do nosso primeiro grupo. Os pacientes percebem que, se os outros conseguiram, eles também vão.

O sr. diz que moderação mata. Por que não dá para comer carne com moderação?
Moderação é dizer: qual a quantidade de um alimento que sei que vai me prejudicar eu posso comer e conseguir escapar das doenças? Isso é loucura. Quantos bifes posso comer? Quantas batatas fritas engorduradas? Como assim? É a mensagem errada.
Caldwell Esselstyn

O sr. acredita que sua dieta pode ser adotada globalmente?
O Brasil está destruindo a atmosfera e o mundo ao queimar as florestas que são ótimas para capturar o CO2. Por quê? Para produzir carne, que vai fazer as pessoas morrerem cedo e ter vidas miseráveis e infelizes. Se toda essa área for substituída por vegetais, é possível produzir muito mais. Vamos comer plantas, é para isso que fomos criados.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/980909-so-dieta-a-base-de-vegetais-reverte-doencas-cardiacas-afirma-medico.shtml

set
17

Porto Alegre sedia o 1º Acampamento Farroupilha Vegano

1º Acampamento Farroupilha Vegano
Roda de chimarrão não faltou no evento

Neste domingo, 16 de setembro de 2012, aconteceu o 1º Acampamento Farroupilha Vegano em Porto Alegre. Marcado para acontecer à beira do Lago Guaíba, a poucos metros do Acampamento Farroupilha orginal – local de rodeio, abate e churrasco, devido ao temporal constante ocorreu nas dependências da Usina do Gasômetro. Do final da manhã até o final da tarde, cerca de vinte veganos e vegetarianos, em horários diferentes ao longo do dia, confraternizaram ao sabor do tradicional chimarrão – patrocinado pela Ervateria Sabadin. Participantes vieram de cidades como Novo Hamburgo, Campo Bom, Portão, Torres, Lajeado e Farroupilha, além da própria Capital.

Acampamento Farroupilha Vegano
Cartão-postl da cidade, Usina foi ponto de encontro por causa do temporal constante

A forte chuva espantou a maioria dos que confirmaram presença, mas não tirou o clima de amizade, descontração e também de discussão sobre questões da causa animal e das experiências de cada um. À mesa, arroz de carreteiro, farofa, pastel-de-rodoviária, vêga maluca, churrasquinho e um engradado cheio de bergamotas, tudo livre de exploração animal. A Vanguarda Abolicionista distribuiu impressos sobre veganismo e vegetarianismo para os presentes repassarem para seus conhecidos. Uma galeria de imagens do evento está no www.facebook.com/VanguardaAbolicionista.

Acampamento Farroupilha Vegano
Alto-astral foi a tônica do doomingo

Fonte: Vanguarda Abolicionista

set
15

Vanguarda Abolicionista participa de debate sobre direitos animais na PUCRS

Fotos: Ellen Augusta Valer de Freitas
Vanguarda Abolicionista
Evento contou com boa presença de público

Na tarde desta sexta-feira, dia 14 de setembro, a Vanguarda Abolicionista fez parte da mesa de debate ‘Movimento social: Os Direitos Animais’, promovido pelo CASTA Autonomia NaColetividade no auditório do prédio 5 da PUC/RS, em Porto Alegre. O grupo foi representado por seu diretor-geral Marcio de Almeida Bueno, em evento que também contou com o sociólogo Matheus Mazzili Pereira, da Ufrgs, e o filósofo Fernando Schell Pereira, do Princípio Animal. Na platéia, integrantes de ambos os coletivos, vegetarianos, veganos, ativistas, estudantes interessados e público em geral. Bueno falou sobre sua experiência no ativismo, e as dificuldades na interface com o público nas ruas. “O fenômeno não era que a pessoa tinha uma posição a respeito daquilo, mas que ignorava completamente, e nós tínhamos que explicar. Em um ato contra testes em animais, perguntavam ‘mas onde tem isso?’, ‘a polícia não faz nada’? Acredito que precisamos informar as pessoas, pedagogicamente, sobre o que é a exploração animal, de maneira clara, para os diferentes tipos de possoas, para que só então ela tenha uma opinião. Estou descobrindo que o ativismo é, cada vez mais, informar”, avaliou Bueno, que é jornalista.

marcio de almeida bueno
Ativista avaliou e citou as questões que envolvem a luta em prol dos não-humanos

O cientista social Matheus Pereira analisou a dinâmica dos movimentos sociais voltados para a questão animal. “As questões não são reais, as questões que movimentam o engajamento político são reais a priori, mas resultado de uma construção do próprio ativismo, de determinadas situações como problemas. A gente nessecita de um longo processo para que determinadas questões sejam vistas como problemas”, teorizou. O filósofo Pereira centrou sua fala em uma crítica interna ao movimento, e tratou do abolicionismo pragmático, além das ações de seu grupo. “Tenho certeza que todos nesta sala têm uma certa simpatia pelos animais não-humanos, mas ainda se alimentando de carne e seus derivados. Nossa intenção não é criticar os carnistas e outros que, de alguma forma, insistem nessa exploração. O objetivo é denunciar o antropocentrismo latente que permeiam os grupos abolicionistas, os quais acabam esquecendo que o alvo da luta são os indivíduos animais, e não a idéia de animais”, apontou. Ainda houve bateria de perguntas do público, manifestações – inclusive contrárias, e esclarecimento de dúvidas sobre terminologia, siglas, produção industrial, soja e outros.

Fonte: Vanguarda Abolicionista

set
14

Deixa o Casseta e Planeta ficar sabendo…

acampamento farroupilha

set
03

Ministério da Ciência e Tecnologia a bre Consulta Pública sobre uso de animais em pesquisa

CONCEA

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, considerando haver sido aprovado o texto base da Diretriz Brasileira de Prática para o Cuidado e Utilização de Animais para Fins Científicos e Didáticos durante a 16ª reunião ordinária do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal – CONCEA, resolve adotar Consulta Pública para o envio de sugestões ao texto final. As instituições ou pessoas interessadas em participar desta Consulta Pública terão sessenta dias, a contar da data da publicação do edital no Diário Oficial da União para apresentar sugestões ao texto da DBPA, mediante preenchimento de formulário no http://concea.mct.gov.br, com envio para consultapubl.concea@mct.gov.br.

Faça download do texto sugerido pelo grupo Vanguarda Abolicionista, coloque seus dados no cabeçalho e envie o quanto antes.

jun
08

TRADIÇÃO DE EXPLORAÇÃO ANIMAL: Mulheres cavalgaram no final de semana

Pelo quarto ano consecutivo, mais de 50 mulheres de Vila Flores, Veranópolis, Nova Prata, Serafina Corrêa, Venâncio Aires e Marau cavalgaram pelo interior de Vila Flores no último final de semana, dias 2 e 3 de junho. “Não é simplesmente uma cavalgada, mas um encontro com o objetivo de unir as mulheres e mostrar seu valor dentro da cultura da gaúcha”, enfatizou a coordenadora do evento, Nádia Scalco Pirocca, na abertura da atividade, no sábado. A tropa saiu da Praça Central de Vila Flores após pronunciamentos e da bênção do frei Antoninho Pasqualon. A abertura também contou com a presença do coordenador da Cavalgada de Integração e fundador da Cavalgada Feminina Pelas Terras da Longevidade, Clóvis Simioni. À tarde, seguiram em direção a Linha Aimoré, onde jantaram e pernoitam.

No domingo a atividade recomeçou às 8h, partindo para a capela de São Caetano, cruzando as terras de Pedro Detoni e família Carbonera, em direção a Nossa Senhora do Caravaggio, para almoço. Depois da pausa, foram a Barro Preto, passando pelo Centro de Eventos. O encerramento foi na Praça Central, com recepção e concentração no Ginásio de Esportes, onde houve domingueira com mateada, apresentações artísticas e show com César Oliveira e Rogério Melo.

maio
23

Vegana disputa sua primeira prova de Cross Country e chega em quinto

vegana

No último domingo, 20 de maio, a cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, sediou o 5º Cross Country Distrito Industrial, prova de 7,5 quilômetros em estrada de chão batido. A vegana Waleska Mendes Cardoso participou pela primeia vez de uma competição, ficando em quinto lugar no Feminino e em segundo na sua categoria. “Foi minha primeira corrida, levei uma hora e cinco minutos pra completar a prova”, disse a ativista, que é fundadora do grupo Veganos do Coração, aliada da Vanguarda Abolicionista. A organização foi da UCRSM, e a planilha final está em http://www.ucrsm.com/20052012resultado.htm.

maio
23

Caçadores foram pegos com animais congelados e materiais de caça e pesca no RS

No último final de semana, em uma operação conjunta da Brigada Ambiental de Bento Gonçalves e policiais de Cotiporã, foram apreendidos diversos materiais utilizados para pesca e caça, na Capela de São Caetano, em Cotiporã. Foram encontrados potes de pólvora, medidores de pólvora, material utilizado para carga e recarga de cartuchos, uma espingarda calibre 40 e outra calibre 28, uma arma de pressão, uma garrucha, um revólver de calibre 22, munições, cartuchos intactos carregados, 23 carcaças de aves silvestres já congeladas, três carcaças de animais silvestres e cinco quilos de peixes. Na localidade da Linha Alcântara, em Bento Gonçalves, a Brigada Ambiental apreendeu 450 metros de rede que estava escondida em uma pocilga.

Fonte: Jornal Panorama Regional

maio
23

Mais de 100 quilômetros carregando alguém nas costas… pobres cavalos

O grupo de cavaleiros Os Bardosos esteve participando de 17 a 20 de maio da XIX Cavalgada da Serra, a qual teve um percurso de 102 quilômetros. A cavalgada teve início na cidade de Picada Café, passando por Nova Petrópolis, Gramado, Canela e finalizou em São Francisco de Paula.
Estiveram participando Adriano Gotardo, Aristeu Caron, Celso Xavier, Edgar Gilioli, Gilmar Cielo, Marciano Barbieri e Roni Sartori, tendo no apoio, Angelo Tedesco, Andrei Coradin e Roberto Bressiani. Para outubro, o grupo foi convidado para nova cavalgada organizada por cavaleiros de Nova Petropolis.

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